Mulheres ainda são minoria em cargos de gestão acadêmica

Mulheres ainda são minoria em cargos de gestão acadêmica

Atualizada em 25/9/2018 às 11h25*

Apesar de o feminismo ter progredido muito ao longo do tempo, existem marcas de desigualdade que ainda estão presentes, como se verifica, por exemplo, no mercado de trabalho, onde há desequilíbrio na ocupação de cargos de liderança, tanto no setor público quanto no privado.

A academia, isso é, as universidades e outras instituições de pesquisa e ensino superior e de pós-graduação, mesmo conhecida por ser uma área de intelectuais, não está livre dessa desigualdade. A socióloga Marília Moschkovich, em pesquisa orientada por pela professora Ana Maria Fonseca de Almeida, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), analisou dados sobre a trajetória de professores e professoras da Unicamp e demonstra que a desigualdade de gênero possui impactos mais substanciais na carreira acadêmica no Brasil do que se pensa.

A pesquisa expõe a prevalência de homens nos cargos administrativos. A incidência de mulheres nesses postos é 12% menor que a dos colegas do sexo masculino. Além disso, a presença das mulheres concentra-se nas coordenações de graduação, onde elas são 35% mais presentes do que os professores. Eles ficam em vantagem nas coordenadorias de pós-graduação e na direção de faculdades e institutos onde são 43% mais presentes que as mulheres.

Conforme a pesquisa da socióloga, estudos realizados no Brasil revelam padrões de desigualdade em dois sentidos. As docentes do sexo feminino encontram-se mais concentradas em determinadas áreas do conhecimento e estão em menor volume nas posições mais altas da carreira, ou seja, em cargos com melhores salários, maior prestígio acadêmico e maior poder universitário. Essas situações também foram encontradas em lugares como Estados Unidos, França, Alemanha,  Austrália, Índia e no Reino Unido. Marília analisou os três níveis da carreira acadêmica na Unicamp e constatou que a proporção de mulheres é inferior à de homens em todos eles, mas a desvantagem é superior no nível mais alto da carreira, com 73,8% de homens para 26,2% de mulheres. Docentes do sexo feminino chegam ao nível mais alto com mais rapidez que os homens em 7 unidades, na mesma velocidade em duas, e em 14 os homens chegam ao topo mais rápido, conforme os dados apurados em 2013.

 

Elas não fogem à luta

Ângela Maria Paiva Cruzé, bacharel em Matemática, mestre em Filosofia e doutora em Educação, atua no ensino, pesquisa, extensão e na gestão universitária. Ela fez sua formação básica e superior na educação pública. Docente do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte há mais de três décadas, ela foi Vice-Reitora na gestão 2007-2011, Reitora em 2011-2015 e agora está no segundo mandato. Ela também presidiu a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) entre 2016 e 2017. Para chegar ao comando da reitoria, Ângela disputou o cargo com outra mulher, por isso não sentiu discriminação relacionada a gênero. Contudo, houve resistência a sua candidatura por parte de homens. “Eu não tenho certeza absoluta, penso bastante sobre isso: se era pelo fato de eu ser mulher ou se era por interesses na ocupação do cargo.”

Ângela Cruzé é reitora da UFRN / Foto Cícero Oliveira -Ascom

 

Ao relembrar sua jornada, Ângela recorda duas situações marcantes de machismo, sofridas após assumir o cargo. “A primeira foi com o sindicato que, por meio de charge, representou-me de maneira humilhante: eu ajoelhada entregando um documento a autoridades da área de educação. Tenho dúvidas, muitas dúvidas, de que se eu fosse homem eles publicariam a charge”, conta. A outra situação foi durante uma ocupação da reitoria, quando estudantes divulgaram cartazes com expressões agressivas e danosas à imagem de Ângela.

Therezinha Maria Novais de Oliveira também é uma das mulheres que resistem no espaço de liderança. Ela possui graduação em Engenharia Sanitária pela Universidade Federal de Santa Catarina, mestrado em Engenharia de Produção pela UFSC, doutorado em Engenharia de Produção na área de concentração – gestão ambiental, também pela UFSC, e atualmente é Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Univille, além de atuar na graduação nos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Biologia Marinha. Ela afirma que seu ingresso na carreira não foi fácil. Muitas vezes sentiu-se questionada sobre sua capacidade, por conta da sua idade. “Às vezes alguns professores ou coordenadores que eu recebia, faziam alguma alusão ao fato de eu ser jovem: ‘Ah você é tão jovenzinha’, e eu respondia:  ‘Não, professor, não sou tão jovenzinha. Vamos voltar ao assunto’, isso realmente era algo que incomodava.”

Na opinião de Joana Pedro, doutora em História, são poucos os homens e mulheres que aceitam a liderança feminina, pois há uma tradição muito antiga de enxergar as mulheres como subordinadas. “Vê-las no comando, aceitar o comando dessa mulher envolve uma questão cultural de longa data. As mulheres ainda têm que penar muito para serem aceitas em qualquer cargo de liderança”, observa.

A reitora da Univille é Sandra Furlan (foto na chamada desta reportagem), graduada em Engenharia Química, doutora em Engenharia de Processos pela Escola Superior de Engenharia Química do Instituto Nacional Politécnico de Toulouse, França. É professora titular da Univille, foi Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação e Vice-Reitora. Possui mais de 380 trabalhos publicados no Brasil e no exterior. Sandra realmente percebe as dificuldades que mulheres enfrentam para se destacarem positivamente e aponta um desequilíbrio de gênero no âmbito profissional. “No dia a dia a gente percebe algumas situações. ‘Ah é porque é mulher que está agindo dessa forma’, comentários  que a gente acaba ouvindo.  Às vezes,  nem é um comentário, mas um sorriso maldoso. O que precisamos é mostrar – pela competência e resultado – o nosso trabalho e, assim, a mulher tem conquistado a cada dia seu lugar.”

Em relação à participação feminina na área de pesquisa, segundo um estudo publicado em 2017 pela Elsevier, maior editora científica do mundo, nos últimos 20 anos a proporção de mulheres que publicam artigos científicos – principal forma de avaliação na carreira acadêmica – cresceu 11% no Brasil. Os dados mostram que, entre os países pesquisados, Brasil e Portugal são os que mais contam com autoras em trabalhos científicos (49% do total), quase a mesma quantidade que os pesquisadores homens. Para Sandra, as mulheres precisam demonstrar muito mais dedicação a seus respectivos trabalhos para serem reconhecidas ou, ao menos, não tão julgadas “A mulher é mais criticada. A falha masculina é relevada com muito mais facilidade do que uma feminina”, avalia.

Um século de atraso

O acesso das mulheres ao ensino superior, no Brasil, só foi permitido quase cem anos depois da criação das primeiras universidades Em 1789, Dom Pedro II aprovou uma lei que autorizava as mulheres a frequentarem curso superior, ainda que entrar  nesses cursos fosse bastante difícil para a maioria delas. O acontecimento que influenciou a decisão de D. Pedro II foi o fato de que uma mulher, que se formara em Nova York por meio de uma bolsa de estudos que ele mesmo havia concedido, não podia praticar seu ofício legalmente no Brasil. Assim, em 1887, formou-se a primeira mulher no Brasil, na Faculdade de Medicina da Bahia. Rita Lobato Velho Lopes foi a primeira mulher brasileira e a segunda latino-americana a conquistar um diploma de médica, após defender o trabalho de conclusão sobre A operação cesariana.

A presença das mulheres com títulos de doutorado vem aumentando constantemente no Brasil, ao longo das décadas.

 

Trabalho feminino sustenta 40% das famílias brasileiras

Mesmo sendo maioria entre as pessoas com ensino superior completo, as mulheres continuam sofrendo desigualdades no mercado de trabalho, em relação aos homens. Isso também acontece em outras áreas, segundo o estudo Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, divulgado no mês de março de 2018 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a Doutora em História Cristina Scheibe Wolff, isso também faz parte da estrutura do sistema capitalista, que explora todas as possíveis fraquezas. “Isso ocorre com qualquer pessoa que o capitalismo possa pagar menos”.

No caso das mulheres, ao longo de muitos anos o salário inferior era justificado com o argumento de que elas não eram as principais provedoras de suas casas. Entre o ano de 1995 e 2015, o número de lares em que as mulheres provêm a maior parte do sustento aumentou de 23% para 40%. Os dados são da pesquisa Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, divulgada em 2017. A sondagem foi feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é realizada com base nos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. “Outra coisa que o sistema também usa para apoiar isso [a diferença salarial] é que os homens acabam ascendendo a papéis considerados de liderança, cujos salários são melhores e as mulheres sempre têm mais dificuldade para chegar a esses cargos, os quais geralmente implicam em contatos, muitas vezes em indicações, relações políticas”, afirma Cristina.

A lei brasileira proíbe que as mulheres recebam salários inferiores ao dos homens no exercício da mesma função. Mas, conforme Cristina, há empresas que dão um jeito de garantir esse tipo de distinção por meio de falsas escalas. “Criam-se pequenas chefias para os homens, para poderem justificar um salário maior”, exemplifica. “Em lugares onde mulheres trabalham há mais tempo, homens que chegam acabam ocupando cargos de chefia, o que mostra a manutenção de uma cultura que já deveria ter mudado há muito tempo.”

Um pouco de história

O lugar ocupado pelas mulheres em espaços públicos sempre foi algo problemático. Muitos pensadores, ao longo dos séculos, apontavam diversas perspectivas sobre o sexo feminino. Virginia Woolf, no seu livro “Um teto todo seu”, cita alguns exemplos:  Alexander Pope (1688, Londres – 1744) afirmou: “A maioria das mulheres não tem nenhum caráter”; Jean de La Bruyère (1645, França – 1696) dizia: “As mulheres são o extremo: elas são melhores ou piores que os homens”, uma contradição notável entre dois observadores que eram contemporâneos. Napoleão (1769, França – 1821) achava as mulheres incapazes e Doutor Johnson (1709, Reino Unido – 1784) discordava. Goethe (1749, Alemanha – 1832) as honrava e Mussolini (1883, Itália – 1945) as desprezava.

Na Grécia, acreditava-se que as mulheres haviam sido criadas pelos deuses para exercerem as funções domésticas e os homens para todas as outras atividades. Por isso elas eram excluídas do mundo do conhecimento, ocupando posições sociais semelhantes às dos escravos.  Na Idade Média, por conta das guerras, as mulheres começaram a assumir algumas funções até então reservadas apenas aos homens e recebiam remuneração inferior. Cristina Scheibe Wolff comenta que, atualmente, mesmo em situações diferentes, acontece algo similar. “Em algumas profissões ela é até retratada como mais capaz, mas justamente porque essas profissões exigem cuidado com as pessoas, como enfermagem, professoras cuidados com a casa, com idosos. ”

O código legal, na Roma Antiga,  legitimava a instituição do paterfamilias (o mais elevado estatuto familiar na Roma Antiga, sempre uma posição masculina. O termo latino significa “pai de família”), em uma relação social em que o homem tem total poder sobre a mulher, filhos, servos, escravos. Joana Maria Pedro, reforça: “Considera-se ou se considerou que certos ofícios que exijam força física deveriam ser realizados por homens. Mas não foi só isso, também ofícios mais rentáveis”. Conforme Joana, a partir do século XVII, estabelecia-se que as mulheres, sobretudo as que estavam na área urbana, deviam se dedicar às funções de esposa, mãe e dona de casa, e certos ofícios – ou a maioria deles – deveriam ser feitos por homens. “Admitia-se que somente mulheres muito pobres trabalhassem, principalmente se fossem viúvas ou de marido doente, ou solteiras e, neste caso, seriam ofícios mal remunerados. Não se permitiam mulheres em ofícios bem remunerados”, completa.

Joana explica como a desigualdade foi historicamente construída/Foto: Divulgação

 

Em 1949, Simone de Beauvoir lançou a obra “O Segundo Sexo” e, com esse livro, uma frase inspira mulheres a imergirem no mais puro significado da condição feminina: “Ninguém nasce mulher; torna-se mulher”. Em seu livro, Simone reflete que ser mulher não é somente algo naturalmente dado, mas uma construção social histórica e cultural. Assim, as mulheres se tornaram “o segundo sexo”, aquele que só se define em relação ao primeiro, o masculino.

Em 1871 o médico francês Ferdinand-Valerè Fanneau de La Cour, em sua tese de doutorado “Do feminismo e do infantilismo nos tuberculosos”, define o feminismo como uma patologia que afetava aos homens tuberculosos, produzindo, como sintoma secundário, uma “feminização” do corpo masculino. Contudo, os anos se passaram e a Revolução Industrial abriu para as mulheres outras possibilidades.  O movimento sufragista teve início na Inglaterra, em 1897, mas só adquiriu força em 1904, quando as mulheres começaram a se articular, cobrando sua participação na sociedade não só como mães e donas de casa. Naquela época, as sufragistas apropriaram-se do termo Feminismo e o transformaram em identificação e ação política que assumiu diferentes formas em diferentes momentos da história. Esses movimentos representam também interesses de grupos específicos do gênero feminino e visões de mundo diferenciadas, manifestados em diferentes perspectivas teóricas. Dessa forma, a nomenclatura passou a referir-se ao movimento social que defende igualdade de direitos e de status entre homens e mulheres. Embora o feminismo defenda a igualdade de direitos entre mulheres e homens, muitas vezes é alvo de conotação pejorativa e erroneamente interpretado como um machismo ao contrário. Nada mais falso já que o feminismo não prega a superioridade do gênero feminino sobre o masculino.

Cristina comenta que as mudanças ocorridas no último século, com o movimento feminista e todas as lutas das mulheres desde o final do século XIX, não apagam séculos de opressão contra as mulheres. “Existe uma cultura machista que é muito forte e que atua na educação das mulheres, na formação das mulheres, em seu próprio corpo e isso não se apaga de uma hora para outra”. Essa visão estende-se, segundo a professora, até às próprias mulheres. Por isso, quando se trata de liderança, muitas vezes, elas mesmas não se acham capazes. “Uma mulher, para exercer um cargo de liderança, precisa se provar muito melhor do que os homens que estão a sua volta. Ou seja, as mulheres que chegam ao poder enfrentam dificuldades pelo simples fato de estarem em um ambiente que foi legitimado como masculino. Assim, as mulheres que provam ser competentes em trabalho tido como masculino, violam esta prescrição normativa e são desaprovadas.”

Teto de vidro

Há dois termos muito utilizados para descrever certas formas de distribuição desigual de profissionais de acordo com o sexo, nos espaços de trabalho:  “concentração horizontal”, que aponta uma proporção mais alta de um dos sexos em determinadas áreas profissionais,  e “concentração vertical”, que retrata a presença de um  dos gêneros com alta concentração  em certo ponto da hierarquia e muito baixa em outro, considerando a mesma área, carreira ou profissão. Este segundo é conhecido na literatura como “Teto de Vidro”, uma metáfora, segundo Joana Pedro, usada para explicar porque as mulheres experimentam forte dificuldade para atingir grandes cargos. “É como se dentro das empresas e de órgãos públicos elas só pudessem ir até um determinado ponto e raramente conseguissem atingir lugares mais altos, bem altos.” Mas Joana se mantém positiva: “Eu espero que isso vá mudando com o tempo, que não fique assim. Já houve um tempo em que o teto era mais baixo. Tenho esperança que isso desapareça aos poucos.”

Para Cristina, apesar de, teoricamente, não existir nenhum limite para as carreiras das mulheres, existe realmente um “teto de vidro”, algo invisível, pois  raramente as mulheres conseguem ultrapassar um certo nível em suas carreiras. Mesmo para mulheres que já atingiram altos cargos, como é o caso de Therezinha, o “teto de vidro” está presente  em bate-papos profissionais, de forma sutil, mas significativa, como um silenciamento despercebido. “Ainda hoje, independentemente do ambiente universitário ou não, quando a gente ocupa um cargo de liderança, nós participamos de mesas e, normalmente, a maioria dos participantes é homem e eu sinto, às vezes, uma certa tendência a não nos deixarem falar. Então eu me imponho nesses momentos.”

A discriminação por preferência é outra faceta do “teto de vidro”. O empregador prefere contratar um homem ao invés de uma mulher, mesmo que ambos tenham a mesma produtividade. Essa discriminação possui suas bases fundadas nos fatores culturais e históricos.

Outro desdobramento do teto de vidro que influencia diretamente na vida das mulheres que estão no mercado de trabalho, é a maternidade. Resultado de um modelo assimétrico de divisão sexual do trabalho, a maior parte das responsabilidades da vida privada, como cuidado com a família e lar, fica com a mulher. Isso causa uma relação mais instável com as empresas. Joana lembra que, no século XVIII, ainda se justificava que a maternidade fosse pensada como impedimento para as mulheres estarem no espaço público e ocupando certas funções. Mas, desde a virada do século XX, principalmente em meados dos anos 50, com todo o pânico de uma possível explosão populacional e a busca por redução do número de filhos, isso já não se justifica mais. “No entanto, a maioria das empresas e governos, continuam agindo como se as mulheres não tivessem filhos ou como se não fosse necessário existir suporte para mães, crianças e até para pais, afinal de contas as mães não têm filhos sozinhas. Na verdade, a lei exige que seja para os dois, mas as empresas tentam fugir de cumprir as regras que lhes são ditadas.”

A divisão cultural injusta e desigual do cuidado com os filhos ainda dificulta às mulheres a ascensão a postos de liderança. Embora as mulheres venham gradativamente ampliando sua participação como líderes no mercado de trabalho, o “teto de vidro” ainda existe e precisa ser rompido de uma vez por todas.

*Correção efetuada: o episódio de cartazes ofensivos, citado pela reitora da UFRN, Ângela Cruzé, deu-se durante uma ocupação da reitoria e não no dia de sua posse.

Algumas das entrevistadas gravaram mensagens às mulheres. Confira:

Joana Pedro: tenham uma profissão

 

Cristina Scheibe Wolff: justiça e liberdade

 

Ângela Maria Cruzé: luta incansável

 

Therezinha de Oliveira: não desistam

Sandra Furlan: persigam seus objetivos

 

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5 Comentários
  1. Ótima matéria sobre um tema ainda bastante relevante. Esclarecedora, informativa e muito completa!

    Responder
      • Jucilene Schneider
      • On: 25 de setembro de 2018

      Obrigada! Que bom que você gostou, vamos investir em outras pautas semelhantes.

      Responder
      • Taynara Reinert
      • On: 26 de setembro de 2018

      Obrigada pela força!

      Responder
    • Renata Tomasi
    • On: 25 de setembro de 2018

    Ótima pauta, Taynara! Parabéns pelo olhar e construção. A nossa luta é diária e nós precisamos falar mais sobre ela nos ambientes que nos rodeiam. Que sirva de inspiração!

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    • KaueGroove
    • On: 27 de setembro de 2018

    Boaaaaaaaaaaa! Otimo texto!

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