Acadêmica produz programa esportivo e testa novos formatos de vídeo

Acadêmica produz programa esportivo e testa novos formatos de vídeo

Ao final da semana de bancas, Helena Bosse apresentou o resultado de seu Projeto Experimental, o programa “Bastidores de Risco”, que reúne informações sobre modalidades radicais. O trabalho, que foi apresentado na sexta-feira (5), foi aprovado com nota 9,5.  Orientada pela professora Beatriz Cavenaghi, a acadêmica produziu o piloto do projeto. “Conduzi sozinha todo o processo: roteiro, captação e edição de imagens”, destacou.

Helena justificou a escolha pelo tema “esportes radicais” por se identificar e por gostar da prática esportiva. “Comecei aos 11 anos, na natação, mas já pratiquei atletismo e hoje sou goleira de handebol. O esporte é algo da minha essência”, resumiu. A aluna também apontou os motivos para escolher o YouTube como plataforma para divulgação: “é uma plataforma de melhor interação com o público, compreende formatos novos e híbridos de produção, além de que, ainda que eu estabeleça uma periodicidade, meu público-alvo pode assistir a qualquer dia ou horário”, evidenciou.

Ela estudou um formato novo de produção e priorizou que as gravações fossem ao ar livre, ou seja, sem bancadas ou estúdio, a fim de mostrar a própria vivência com suas pautas. “Ainda no processo de estudo do formato, comecei a relacionar as pautas aos locais de gravação. Por exemplo, se eu falasse de escalada, eu gravaria numa rocha. Se eu falasse de maratonas aquáticas, estaria numa piscina passando as informações”, exemplificou. A produção aborda modalidades como escalada,  bodyboard, provas de desafio militar, triathlon e maratonas aquáticas.

Seus avaliadores, Jonatar Evaristo, especialista em Jornalismo de Aventura, e a professora de Telejornalismo Maiara Maduro fizeram suas considerações ao final da apresentação da acadêmica. Jonatar parabenizou a escolha do tema e destacou que o Brasil tem potencial para fomentar os esportes de aventura, mas não o faz. Também sugeriu à aluna que mostrasse mais sua vivência da pauta, para cumprir com a premissa do Jornalismo de Aventura, que é mostrar o desafio do repórter ao executar a pauta.

A professora Maiara parabenizou a estética do produto, porém alertou a acadêmica para melhorar o  recorte do produto: “não sei se tiro com arco ou canoagem são modalidades radicais. Acho que faltou um objetivo mais claro”, considerou.

Posts relacionados
Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *